rede Estadual: A CAMPANHA SALARIAL ESTADUAL NÃO ESTÁ IMPEDIDA NO PERÍODO ELEITORAL DE 2022

rede Estadual: A CAMPANHA SALARIAL ESTADUAL NÃO ESTÁ IMPEDIDA NO PERÍODO ELEITORAL DE 2022

 

A campanha salarial estadual não está impedida no período eleitoral de 2022

Trabalhadores da educação intensificam as lutas pelas garantias de valorização profissional e contra o desmonte da carreira, promovido pelo governo Mauro Mendes

 

A pressão feita pelos profissionais da educação da rede estadual de Mato Grosso, na paralisação convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) no dia 1 de abril, terá nova edição em 16 de maio, com foco na Campanha Salarial. A cobrança é de, no mínimo, 21,51% para equiparar o valor salarial inicial praticado no estado, ao Piso Salarial Profissional Nacional. As pautas independem do período eleitoral, pois não se tratam de nova legislação, mas cumprimento das já existentes. 

“A defesa imediata é que o governador Mauro Mendes cumpra a legislação (lei 11.738/2008) e assegure a recomposição salarial com base no Piso Salarial Profissional Nacional, que hoje é R$ 3.845,63. O valor praticado em Mato Grosso é de R$ 3.164,76. A diferença é de 21,51%”, afirma o presidente do Sintep-MT, Valdeir Pereira. 

O professor doutor Pedro Moreira, ingressou no Concurso de 2017 atraído pelo Plano de Carreira da educação básica na rede estadual. “Hoje vivemos essa lástima do plano de carreira ter sido ignorado, simplesmente jogado fora pelo governo Mauro Mendes. Temos que lutar para reverter minimamente essa recomposição salarial”, afirmou.  

Para todas os segmentos de “novatos” ou aqueles com mais tempo como servidor da educação, como é o caso da professora contratada, Andréa Rodrigues, que atua na capital, participou dos enfrentamentos para a conquista da Lei 510/2013. A frustração apresentada é a mesma. 

“Nossos prejuízos estão vindo de todas as formas no atual governo, seja na parte salarial ou pedagógica. Conquistamos o direito a férias e 1/3 de hora atividade em outras gestões. No governo Mauro Mendes depois de 10 anos na educação fiquei dois anos sem contrato e sem auxílio emergencial. O estado é rico e o governo só favorece os ricos. O que precisamos é ter consciência desses ataques e fazermos a luta”, relata a professora.

“Aguardamos a vontade política do governador em receber o Sindicato para fazer o debate e cumprir com o que ele aponta na mídia, de que não está fechado para negociações”, conclui, Valdeir Pereira. 
 

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