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01/10/2020 13:42

Reforma Administrativa: Servidores realizam atos no estado contra o fim dos serviços públicos

Reforma Administrativa: Servidores realizam atos no estado contra o fim dos serviços públicos

 

Nesta quarta-feira, dia 30 de setembro, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) volta às ruas, junto com demais sindicatos de servidores públicos e centrais sindicais, para Ato Público e Carreata, a partir das 14 horas, com concentração na guarita de acesso à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), pela avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. 

O objetivo é denunciar à sociedade os prejuízos que a Reforma Administrativa do governo federal trará para os serviços públicos como Educação, Saúde, Segurança e em toda a Assistência Social. A campanha contra a Reforma Administrativa ganha o cenário nacional, e em Mato Grosso foi confirmada agenda de lutas em vários municípios (Rondonópolis, Sinop, Cáceres, Tangará da Serra, Jaciara, Primavera do Leste). O ato público na capital será antecedido de panfletagens, a partir das 8 horas, em vários pontos de Cuiabá e na vizinha Várzea Grande. 

A proposta de Emenda Constitucional da reforma administrativa (EC nº 32), em tramitação na Câmara Federal, é analisada pelo movimento sindical como mais um desmonte trazido pelo governo ultraliberal. 

Os debates sobre o documento apontam que a reforma será, na verdade, uma destruição dos direitos dos servidores públicos. Sua implementação instalará a precarização do trabalho com a redução no quadro de profissionais que atuam em área de atendimento direto com a população. “Será o sucateamento ainda maior dos serviços públicos prestado à sociedade”, afirma o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

Estudo e análises feitas por entidades como o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico) revelam que o objetivo fundamental dessa reforma é possibilitar a privatização dos serviços públicos. “O risco é que em pouco tempo o desmonte faça com que a população pague por todos os serviços. No caso da educação a precarização se intensificará com a quebra dos direitos da carreira, como já tenta fazer Mauro Mendes. E se os salários da educação ainda estão longe do ideal, ficarão muito pior”, destaca Valdeir. 

O presidente estende o desmonte a todos os serviços públicos, mas chama a atenção com uma realidade presente da importância dos serviços, citando a Saúde Pública nesse quadro de pandemia.  “Se não fosse o SUS, o número de mortes das pessoas de baixa renda que precisaram de internação e UTIs, devido a Covid-19, teria sido ainda maior,” concluiu. 

Assessoria/Sintep-MT


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